sábado, 31 de maio de 2014

fugir...

Fugir de-ti,
E como nadar em um mar cheio de mãos,
Puxando-me para baixo.
Me afogo em meus próprios pesadelos.
Mais fugi, mas me machuco.
Não a hora certa, e nem momento errado.
Apenas eu mesmo cai neste buraco.
E até o fim de minha morte lembrarei de ti,
O resto de minha vida.
Pelo fato de eu mesmo ter matado meu amor,
Um amor onde não ama nada...
Autor: Fernando Pereira Santos.