Sem sair de mim mesmo, fico preso!
Sem sair, desta angustia é como estar numa jaula!
Em minha mente fujo de quem realmente sou.
Paro na realidade, mesmo fingindo ser quem nunca serie um dia. Tento me apegar, a algo.
Como um anel, e entro em relacionamento comigo!
Jurando a mim mesmo amar, me para sempre, juro fidelidade, amar e respeitar até o fim de minha vida.
Entro em acordo comigo a nunca mais fugir desta realidade.
Sem sair de um covil, que mesmo criei.
Chove e raramente esse escuro não sai da minha mente!
E cada dia vivo um confronto comigo mesmo!

Sem sair de um covil, que mesmo criei.
Chove e raramente esse escuro não sai da minha mente!
E cada dia vivo um confronto comigo mesmo!

Autor: Fernando Pereira Santos
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